quinta-feira, 31 de Maio de 2007
quarta-feira, 30 de Maio de 2007
"É melhor o intenso que o extenso"
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[1] Das pags 14 e 15 da tradução portuguesa de Helena Pitta, editada em Lisboa e em 1994 pelas Edições Temas da Actualidade, S.A..
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terça-feira, 29 de Maio de 2007
A traça come-livros
Vieram-me hoje com as fotografias play-boy de uma capitosamente abundantíssima Daniela Cecconellos (ainda tenho amigos que me mandam pela net coisas dessas!), tinha eu chegado a casa fatigado, sujo e esfomeado a maldizer a mudança de um pneu às escuras e em plena auto-estrada que se não fosse o carro de apoio da Brisa (excelente e rápida aparição salvadora) ainda lá me faria estar! Nos e-gramas, para além de uma interessante (mas insusceptível de transcrição) resposta do meu colega Rui Abrunhosa, de diversas "charges" ao "deserto" do ministro Mário Lino e de duas ingénuas tentativas de um "phishing" gaúcho invocando um Orkut, que não uso, um outro e-correspondente formulava um problema requentado: a questão da traça come-livros.
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Este problema põe-se assim: numa estante de biblioteca está arrumada uma obra em 3 volumes. Desprezando as capas, cada volume tem 200 folhas e estão todas as folhas da obra numeradas sequencialmente. Uma larva de traça começa a roer as folhas da obra, iniciando a sua destruição pela folha 1 e segue sempre em frente, através dos livros arrumados até à ultima folha do terceiro volume i.e. a folha 600. Desprezando novamente as capas dos volumes pergunta-se: quantas folhas ao todo furou o estupor da larva?
É o que se pode ver neste grosseiro esquema em que /ultima folha (volume) primª folha/:
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Seria pois lógico que os fabricantes de separadores fornecessem o conjunto anual tendo JANEIRO em baixo e DEZEMBRO por cima, i.e. de forma coerente com a deposição cronológica da papelada. Contactado sobre o assunto um conhecido fabricante estrangeiro de capas, separadores, arquivos e quejandros ele respondeu-me: nós temos isso e vendemos isso em vários mercados. Só que o mercado português NÃO QUER!
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Pois! como diria o D.Carlos de Bragança que, nestas e nalgumas outras coisas, conhecia bem demais os nacionais que tinha.
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segunda-feira, 28 de Maio de 2007
Memória de Indústria - 5: A "Fábrica de Cal a Mato" de Alhos Vedros
Esta é a frente que se observa da estrada. No medalhão em cimento, já de muito difícil leitura (espera-se que com outra luz e de manhã se chegue lá...), pode entender-se ainda:_______________________ ?
E
PROVINCIAS ULTRAMARINAS
_______________________ ?
____________ALHOS VEDROS
Vista lateral do lado Norte. Note-se a estrutura frontal com o guincho, o portão da vista anterior e o forte e alto muro que, deste lado, correndo de nascente a poente, delimitava os fornos (o muro paralelo do lado sul desapareceu já). As fotos mostram o estado destes restos de indústria no dia anterior à data da presente postagem.domingo, 27 de Maio de 2007
Memória de memórias
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Hoje conseguimos matar o tempo no tempo. Memória de memórias, claro.
Quando na busca da memória dos outros as nossas se deixam esquecer.
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Cada um encontrará o seu cadeirão velho num andar estreito e frio
E a recordação da casa-grande e do parque que se deixou algures.
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Ou não, em qualquer caso, o que ainda é bem pior.
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(Isto poderia ter duas dedicatórias, mas não tem: sabes bem aos "quem" me refiro no plural e sabes bem a quem me refiro no singular!)
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Memorias de Indústria - 4: A estrutura de suporte do reactor catalítico do "Contacto 5", no Barreiro

Aqui assentava a torre que continha o catalisador de pentóxido de vanádio para a oxidação de SO2 a SO3 necessária para a produção de 500 toneladas diárias de ácido sulfúrico naquela unidade ... Mostra-se o plinto hexagonal, em betão, e o epitáfio que reza "ESTA ESTRUTURA SUPORTAVA A TORRE DO CONVERTIDOR, PEÇA ESSENCIAL DO PROCESSO PRODUTIVO DA FÁBRICA DE ÁCIDO SULFÚRICO "CONTACTO 5" CONSTRUÍDA PELA C.U.F. EM 1965 E ENCERRADA EM 1990". Juntar-se-á oportunamente uma fotografia de quando em vida..
sábado, 26 de Maio de 2007
Eles aí estão...
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sexta-feira, 25 de Maio de 2007
quinta-feira, 24 de Maio de 2007
O Relógio, um poema de Charles Baudelaire
Horloge! dieu sinistre, effrayant, impassible,
Dont le doigt nous menace et nous dit: "Souviens-toi!
Les vibrantes Douleurs dans ton coeur plein d'effroi
Se planteront bientôt comme dans une cible;
Le Plaisir vaporeux fuira vers l'horizon
Ainsi qu'une sylphide au fond de la coulisse;
Chaque instant te dévore un morceau du délice
A chaque homme accordé pour toute sa saison.
Trois mille six cents fois par heure, la Seconde
Chuchote: Souviens-toi! - Rapide, avec sa voix
D'insecte, Maintenant dit: Je suis Autrefois,
Et j'ai pompé ta vie avec ma trompe immonde!
Remember! Souviens-toi! prodigue! Esto memor!
(Mon gosier de métal parle toutes les langues.)
Les minutes, mortel folâtre, sont des gangues
Qu'il ne faut pas lâcher sans en extraire l'or!
Souviens-toi que le Temps est un joueur avide
Qui gagne sans tricher, à tout coup! c'est la loi.
Le jour décroît; la nuit augmente; souviens-toi!
Le gouffre a toujours soif; la clepsydre se vide.
Tantôt sonnera l'heure où le divin Hasard,
Où l'auguste Vertu, ton épouse encor vierge,
Où le Repentir même (oh! la dernière auberge!),
Où tout te dira Meurs, vieux lâche! il est trop tard!"
(1821 - 1867)
[2] Para uma excelente tradução deste poema (e de outros), pelo repórter e escritor Jorge Pontual, visite-se
quarta-feira, 23 de Maio de 2007
Tibério
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[1] Em compensação, o dito programa contava como Ovídio, escrevente da "Arte de Amar" em pleno período de apologia de uma puritana moral familiar segundo Augusto, acabou mesmo por se lixar com a sua obra!
[2] Entretanto Tibério, que prezava as cultas discussões filosóficas, "passava por cima" de certas questões estranhas que decorriam na sempre turbulenta Palestina e que metiam o filho de um carpinteiro, coisa certamente a não ligar muito já que aquela gente só pensava em arranjar sarilhos. Já o seu sucessor - Calígula - preocupar-se-ia mais com essas situações e o seu alastrar até Roma!
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terça-feira, 22 de Maio de 2007
A traição à azálea, ou as azáleas de Tarouca
Quando, no fim do último mês , passei por Tarouca não pude deixar de notar o apego das pessoas locais pelas azáleas. Algures no tempo, eu também tive um grande apego por uma azálea, que todos os anos se cobria de folhas novas e de flores salmão no jardim da casa grande de Gaia e que, para mim, era como uma certeza, ano após ano, de que iria ter aquilo que não tive - uma vida tranquila. A azálea ou rododendro, sei lá bem, deixada à sorte do jardim em que regularmente me lembrava que o tempo ia passando, deve ter sido arrancada, como serrada e arrancada foi a palmeira grande em que os melros faziam ninho, uma outra grande traída desta história de homens e plantas em que eu entro do lado da sombra, porque nunca na vida me orientei por forma a que pelo menos a companhia daqueles seres vivos (porque o são) fosse prezada e entendida. Eu sei que o mesmo irá um dia suceder com o meu pinheiro manso, que quando viemos para aqui era uma pequenina árvore-de-Natal, que nos deu e dá sombra, que viu crescer os meus Filhos, que assiste hoje (sabe-se lá se imperturbável, sabe-se lá quão perturbável) ao desfazer da feira que o tal tempo inevitavelmente traz consigo. Mais um companheiro, esse, a que ninguém dará qualquer consideração, além do "constata-se".
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Mas a azálea de que eu gostava era salmão claro como nunca encontrei outra de cor igual (se encontrasse teria arranjado maneira de a trazer para aqui, de cloná-la aqui, para envelhecermos juntos ao lado do pinheiro manso), as corolas destacavam-se inteiras, como saias que se tiram pela cabeça, muito parecida às azáleas que eu vi em Tarouca, que eu espiei para dentro dos muros dos jardins de Tarouca, a ver se encontrava a inconfundível cor salmão daquela amiga perdida há muitos anos, daquela amiga que, afinal, traí.
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Não encontrei. Continuarei a procurar. É, para mim, uma dívida que persiste, das muitas não saldadas que arrasto comigo.
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segunda-feira, 21 de Maio de 2007
domingo, 20 de Maio de 2007
sábado, 19 de Maio de 2007
Resposta a um autarca feito régulo e embalado nas loas da (sua) tribu
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Berra ele: E que ninguém me venha dar lições de democracia!
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Resposta adequada: Mas olhe que precisa! Meta um explicador!
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sexta-feira, 18 de Maio de 2007
quinta-feira, 17 de Maio de 2007
quarta-feira, 16 de Maio de 2007
terça-feira, 15 de Maio de 2007
Do nome de Prantilhana...
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segunda-feira, 14 de Maio de 2007
Ressonâncias de Alma pela "Joia de publicidade em verso" da "Casa Diva" ou Apontamento Três (de catorze do cinco)
Falava eu, no apontamento anterior, no meu colega Rui e eis que, como amigo que é, ele inesperadamente surge na mensagem electrónica, bate á porta, grita, deixa notícia sentida a propósito de uma postagem anterior e vem enruiquecer (boa, enruiquecer!) esta página. Bem vindo seja, como todos os amigos são. Por isso este comentário não vai para os comentários. Fica aqui, tão clara e completamente como chegou!
Facto é que a publicidade em verso da "Casa Diva", de Arouca, de 1941, postada a 11 de Maio, caiu fundo. Mérito dela. As pessoas são avessas a comentar, mas falam - e falaram-me nisso. Além do Rui o amigo Rolko, noutra idade e noutras latitudes. já a tinha comentado favoravelmente dizendo " gostei^^" e acrescentando "hehehe me lembra um pouco uma música de Simon & Garfunkel... que em português é : A feira de temperos, ou algo do tipo...n me lembro bem". O que significa que devo continuar! Se bem que noutra finalidade, vou ter que devorar durante anos textos de outros anos que, como o Rui bem avisa e o Rolko chama ao presente, poderão constituir uma verdadeira mina para o registo colateral de recordações que temos ou que ainda iremos ter. O presente é sempre cheio de passado. Creio que foi o Gide que, num sentido algo pessimista, concluiu que "o futuro estaria cheio de todas as venturas se o passado não trouxesse consigo uma história". Não é bem assim: vivemos sempre numa senda de progresso, em que cada degrau é necessário ao que vem a seguir. Contribui para ele, e não o destroi. Por isso continuarei a contar coisas. Até um dia! Já que, como uma vez lembrei aqui num sábio provérbio árabe, tenho à minha espera toda uma eternidade para descansar.
Mas vamos ao que diz o Rui:
"Deslumbrei-me e comovi-me!
Em Novembro de 1946 cheguei de Africa, onde nasci. Mergulhei, tímido, nos frios, nevoeiros e neves de uma perdida Aldeia em Trás-os-Montes do pós guerra português.
Senhas de racionamento, às escuras, por greve do Sol, sem água *encanada*, nem saneamento, desprovida de electricidade. Candeias e candeeiros de vidro, com pé alto e chaminés periclitantes, de torcidas capilarizadoras de “pitrol”
Deslumbrei-me e comovi-me!
Maravilhado, passei, nessa época, horas de atenta observação, num, então, magnetizante mundo, para mim novo. As movimentações, as sabedorias, as gentilezas, as solidariedades, as conversações. Meu Avô – o materno – a Figura para mim Central, o dono do “estabelecimento”. Seus Clientes, suas Clientes. A algumas destas Pessoas ainda as encontro, sentadas nas mesmas escaleiras, quando frequentemente ali estou em férias. Têm adiantados noventas, muita elegância de modos e maneiras e fina "sagesse",
Deslumbrei-me e comovi-me, quando voltei a ter 10 anos, re-iluminados pela jóia publicitária em verso da “Casa Diva” nas Eiras. Curioso: o “estabelecimento” de meu Avô não é nas Eiras mas a sua Aldeia também tem o lugar das Eiras.
Venho para dizer que não é minuciosa verdade o enunciado de abertura «Ei-la a casa ideal , como não há outra igual…» Havia sim, Senhores!. Tal e qual! Igual! Igual! Igualzinha! Voltei a ter 10 anos. Que bom!…Valeu a pena!. Obrigado".
Rui
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Apontamento Dois (de catorze do cinco)
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Sugere-se ao povo blogoleitor uma passagem por lá e um palpite sempre salutar (quanto mais impróprio ou excêntrico mais salutar, claro). Ele, o proponente, economicamente poupando palavras, não prometeu qualquer prémio. Nem regulamentou o certame.
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Apesar disso é sempre oportuna uma visita. A questão competitiva foi levantada e está a 10 de Maio em http://www.lah-1954.blogspot.com, um cantinho de pseudo-venerandos já que cheios de juventude à vossa espera. Ugh!
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Apontamento Um (de catorze do cinco)
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Desembarquei no blogue da Alice Geirinhas "UnderWorld"
Vale a pena. Tem um dos mais lúcidos comentários (desenhado) ao 33º aniversário do 25A.
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Voltarei, claro está. E unilateralmente linco-o i.e. ponho-o no meu positivo "index privado".
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domingo, 13 de Maio de 2007
Afonso Costa - Seia, 6/3/1871 - Paris, 11/5/1937
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sábado, 12 de Maio de 2007
sexta-feira, 11 de Maio de 2007
Uma joia de publicidade em verso... e de 1941!
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quinta-feira, 10 de Maio de 2007
quarta-feira, 9 de Maio de 2007
terça-feira, 8 de Maio de 2007
O pombo esborrachado....
Estrada vazia (via-rápida, Barreiro-Coina), às 14 horas de um 25 feriado. O pombo em voo, apanhado levemente pela antena do carro que ia à minha frente, cai tonto no asfalto. Aparentemente pouco ferido, levanta-se logo e começa a dirigir-se para a berma, seguro e decidido, nas suas patitas. Não arrasta nenhuma asa. Desvio-me dele sem problemas e, como vou relativamente devagar, passo a olhá-lo pelo retrovisor. Uns bons 50 metros (ou mais) atrás de mim, um carro castanho, 97-87-qualquer coisa, desvia-se da sua trajectória normal - e fá-lo propositadamente - para, já junto à berma, esborrachar o pombo com a roda da frente, do lado direito. Um casal de meia idade gargalha no carro, quando me ultrapassa, orgasmando-se com o sucesso da pontaria!
segunda-feira, 7 de Maio de 2007
domingo, 6 de Maio de 2007
sábado, 5 de Maio de 2007
Gatos
"Não importa que o gato seja preto ou cinzento. O que interessa é que cace o rato!"
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[1] ... que o sonho secreto e recorrente do rato é mesmo o de ser olhado como amigo da onça!
sexta-feira, 4 de Maio de 2007
quinta-feira, 3 de Maio de 2007
quarta-feira, 2 de Maio de 2007
terça-feira, 1 de Maio de 2007
1º de Maio
"(...) O Doiro risonho e alegre que o senhor Meneses aguarelava como qualquer propagandista oficial, ocultava por debaixo do sorriso turístico um calvário de lágrimas e fome. A descrição colorida do palco de xisto escamoteava o martírio dos actores. O trato reles, as jornas miseráveis, a promisquidade eram explicadas de todas as maneiras: crises sucessivas, pragas terríveis, concorrências desleais e criminosas do sul, anos de colheitas más. Simplesmente, tudo isso não justificava uma escravidão de que não havia paralelo em todo o país. (...)"
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