sexta-feira, 5 de agosto de 2016

As Treze Rosas Vermelhas de Madrid

Relembrando as treze jovens fuziladas na madrugada de 5 de Agosto de 1939 em Madrid, para que -como pediram e merecem - nunca os seus nomes fiquem esquecidos:

"Sus nombres eran Carmen Barrero Aguado, Martina Barroso García, Blanca Brissac Vázquez, Pilar Bueno Ibáñez, Julia Conesa Conesa, Adelina García Casillas, Elena Gil Olaya, Virtudes González García, Ana López Gallego, Joaquina López Laffite, Dionisia Manzanero Salas, Victoria Muñoz García y Luisa Rodríguez de la Fuente."

agradecendo a "Muy Historia / Muy Interesante" a transcrição aqui feita. Os nomes estão em ordem alfabética pelo primeiro patronímico, o paterno, como é uso em Espanha.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Uma história portuguesa... que não foi unica.

Da famosa "Siderurgia de Alcochete"...
... como narrada no DG 2ª Série, nº 83 de  9 de Abril de 1916, páginas 1272 e 1273:

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Old Man Sex?

Dizia Newton:

"A matéria atrai a matéria na razão directa das massas e na razão inversa do quadrado das distâncias."

Voilá!

E, tendo Montaigne dito que "les bons esprits se rencontrent", seria também de admitir que "et les mauvais aussi".

A tempo: Os comentários que aparecem nos espaços para isso abertos em portais de notícias ou nas (mal)ditas redes sociais a elas ligadas cumprem também uma regra universal: esgotadas rápida e parcamente as tentativas de exposição racional de razões (por vezes essas tentativas nem existem) entra-se na globalização da peixeirada e no insulto chocarreiro ao interlocutor desconhecido, como se isso lhe fizesse demonstrar razão (talvez auto-faça, mas não passa daí!). Essas estranhas vias são, pois, uma expressão clara do "discurso escondido" no rigoroso sentido técnico. E, com isso, trazem algo mais: perda de tempo, ganho de entropia, percepção de incapacidade e engano de endereço. Porque a luta não é ali!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

BREXIto

DE qualquer forma uma colossal e histórica "barraca", para qualquer lado que a votação desse. E não se pode deixar de dizer que os EUroburocratas entrincheirados em Bruxelas  ou ali à volta, incluindo os (sempre) autoproclamados uber alles, não fizeram o possível e o impossível para chegar a isto. 

Esperemos agora pelas eleições do apartamento ao lado, aqui no piso.

Acrescentarei qualquer coisa, quando descobrir, neste blogue, onde a deixei. Pronto, já encontrei e já descobri que tenho alguns "poderes" e que, de ainda longe, topei o cheirete que se estava a gerar: vejam-se as "bicadas" de 16DEC2010 e 05JAN2011, relembradas em 16JUL2015, em que se fala de EFTA, de burro do presépio e até de Sócrates. Quanto ao resto, de Bruxelas que fiquem os restaurantes do Sablon.

Hasta domingo, en Madrid!

E a fechar, recebida a notícia da natural e consequente demissão do Cameron, :mais uma alfinetada : repararam já como o Boris e o Trump até têm semelhanças?

domingo, 29 de maio de 2016

Pro-memoria secular ou ainda andam por aí Talassas ?

Em 5de Dezembro de 1916 o Diário do Governo, 1ª Série, nº245, publicava o Decreto nº 2:887que inseria todas as disposições da lei então em vigor sobre instrução primária  e normal. O diploma foi republicado no DG, 1º série,  nº 2 de 3 de Janeiro de 1917, pags. 5 a 22, iniciando uma série de diplomas que integravam o que se chamou a "reforma do ensino de 1917". Desse diploma destaca-se o artigo 52º que seguidamente se reproduz e que já vinha dos primeiros meses da então jovem República:


Passaram mais de 100 anos... e continuamos a querer esquecer o razoável e a pensar: "O contribuinte que pague desde que o contribuinte não seja eu..." ou, numa de liberal declarado: "menos Estado e melhor Estado, mas que o subsídio não falte!"

sábado, 21 de maio de 2016

Uma das vozes que do Brasil me chegam

Chegaram-me muitas vozes do Brasil. Acompanhei-as com a preocupação de quem vive, de longe, o padecimento de um Amigo próximo, sem nada poder fazer a mais de procurar compreender o por que sofre e transmitir-lhe um eco solidário. De entre todas essas vozes, retenho e partilho aqui, com a devida vénia ao seu Autor, o sentido  libelo do Padre  José Mairton, de S. José do Piauí, inspirado em Êxodo 3:7 e datado de 18 de Abril próximo passado,

"Eu vi um entardecer de um domingo.
Virar o entardecer de uma nação.
Eu vi um anoitecer de um plenário ser o anoitecer de um circo,
Aonde até o palhaço fez de meu voto uma piada.
E o pior, meu caro palhaço, é que pior vai ficar!!!
Eu vi homens virarem covardes.
E, para espanto de muitos, eu também vi:
Covardes virarem heróis.
Eu vi homens grandes se apequenarem.
Mas, também vi os pequenos virarem gigantes.
Eu vi o quanto não sabemos escolher nossos representantes.
Eu vi que até eu tenho muito a aprender com tudo isso.
Mas, quem aprendeu?
Eu vi o fruto da manipulação de uma poderosa mídia.
Eu vi velhas ideias camufladas em sorrisos maquiavélicos.
O medo de um comunismo fantasmagórico gerar novos ditadores
acima da democracia de um povo.
Eu vi o quanto ainda não sabemos de nada.
Vi o quanto uma nação pode ser iludida.
Eu vi um tribunal de corruptos julgando inocentes.
Eu vi um bandido sentado no seu trono. 
E, com um sorriso irônico, comandar a anulação de uma eleição.
Eu vi o quanto vale os nossos políticos.
Vende-se um deputado por negociatas e interesses. Você quer comprar um?
Eu vi o nome de Deus ser usado para o mal.
Mas um dia Ele te dirá:
Em nome de quem você fez aquilo contra o meu povo?
Eu vi o nome família pronunciado por "santos de pau oco".
Eu vi sepulcros caiados condenando uma história.
Mas, a história há de nos julgar!
Eu vi num domingo aqueles que eu admirava virarem demônios.
E vi aqueles que eu endemonizava virarem mártires.
Eu vi uma nação gigante sucumbir nas mãos de anões.
Até quando continuaremos dormindo em berço esplêndido?
Eu vi a palavra esperança ser roubada do coração de um povo.
Eu vi o sonho dos pobres sucumbirem no SIM dos poderosos.
Eu vi o quanto essa nação está longe da ORDEM e do PROGRESSO.
Ordem de manipular a constituição para interesses
pessoais e partidários.
Progresso somente para empresas e poderosos.
E regresso para os pobres e sofredores.
Eu vi o quanto este Brasil não é sério.
O quanto nossa constituição é uma fraude.
O quanto somos enganados.
Somente aqui ladrões julgam inocentes.
Somente aqui bandido é juiz de uma nação.
Somente aqui somos enganados e ainda nos damos por satisfeitos.
Realmente, Senhor Presidente dos golpistas e salafrários deste país:
                      Que Deus tenha misericórdia dessa nação!

                      Porque vocês não tiveram nenhuma…”

Pe. José Mairton
- São José do Piauí-PI, 18 de abril de 2016.

* texto inspirado no livro do Êxodo, 
onde relata que  Deus afirma: 
"Eu Vi, Ouvi, Conheço... 
a miséria do meu Povo... 
por isso, Desci para Libertar..."

"

domingo, 1 de maio de 2016

Onde a "Internacional" do nº 5 do artº 4º dos Estatutos do Partido Socialista ?


Diz a disposição em título:e que faz parte dos Estatutos do PS na redação aprovada no XX Congresso Nacional e pela Comissão Nacional do Partido, a 31 de Janeiro de 2015 (aliás reiterando uma aprovação bem anterior):

"5, O hino do PS é a "Internacional" com letra em português, na versão aptovada pelo Partido."

É de perguntar:

Onde está disponível sob forma gravada, adquirível (i.e. comprável e "tocável")  a versão completa (letra-música) da "Internacional" aprovada pelo Partido Socialista, nos termos  do referido artigo do seu Estatuto?

Onde e quando foi essa versão mais recentemente  tocada ou cantada  em acto oficial do PS?.

 - - - « « « «» » » » - - -

Sobre a "Internacional": o sucinto artigo que lhe é dedicado  na Wikipedia pode dar uma primeira informação (e audição) sobre a origem, divulgação, versões,  utilizações, proibições, perseguições e apossamentos deste hino internacionalista e socialista revolucionário com palavras do operário anarquista francês Eugène Pottier, que assumiu papel importante na Comuna de Paris (1871) e que, por isso, teve de se exilar após o esmagamento desse movimento revolucionário que foi subsequente à derrota da França na guerra franco-prussiana de 1870-1871 e que, com esta, marcou o fim do Império de Napoleão III, o início da 3º República Francesa e a afirmação política do imperialismo alemão de hegemonia prussiana. O poema terá sido escrito no exílio, em 1879, para ser adaptado ao ritmo e música da "Marselhesa [1]", mas acabou por inspirar e receber em 1888 a excelente composição de um outro operário anarquista, de nome  Pierre Degeyter que, sendo belga, estava então domiciliado na cidade de Lille, a "capital industrial e mineira"  do Norte da França. A primeira tradução em Português, pelo anarco-sindicalista Neno Vasco, data de 1909.

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[1] Quem quiser ouvir a"Marselhesa" numa representação do seu uso como hino revolucionário russo visite na série "The Fall of the Eagles" (disponível no "You Tube" e a todos os títulos recomendável) o episódio do comboio selado e, neste, o momento da chegada de Lenin.

Imagem: edição original com música /letra em Francês, cortesia a www.marxists.com



Artigo 4º
(Da Sede,  Sigla, Símbolo, Bandeira e Hino)
1. O Partido Socialista tem sede nacional em Lisboa.
2. O Partido Socialista adota a sigla “PS”.
3. O símbolo do PS consiste em dois círculos concêntricos, tendo o círculo interior, sobre fundo vermelho, ao centro, um punho esquerdo fechado, em amarelo-ouro, e o círculo exterior, escritas em maiúsculas vermelhas sobre amarelo-ouro,as palavras PARTIDO SOCIALISTA.
4. A bandeira do PS é formada por um retângulo vermelho, tendo no canto superior esquerdo o símbolo do Partido.
5. O hino do PS é a “Internacional”, com letra em português, na versão aprovada pelo Partido.
- See more at: http://www.ps.pt/partido/estatutos-do-partido-socialista.html?layout=artigoimagemlivre#sthash.MKjZMqHr.dpuf
Artigo 4º
(Da Sede,  Sigla, Símbolo, Bandeira e Hino)
1. O Partido Socialista tem sede nacional em Lisboa.
2. O Partido Socialista adota a sigla “PS”.
3. O símbolo do PS consiste em dois círculos concêntricos, tendo o círculo interior, sobre fundo vermelho, ao centro, um punho esquerdo fechado, em amarelo-ouro, e o círculo exterior, escritas em maiúsculas vermelhas sobre amarelo-ouro,as palavras PARTIDO SOCIALISTA.
4. A bandeira do PS é formada por um retângulo vermelho, tendo no canto superior esquerdo o símbolo do Partido.
5. O hino do PS é a “Internacional”, com letra em português, na versão aprovada pelo Partido.
- See more at: http://www.ps.pt/partido/estatutos-do-partido-socialista.html?layout=artigoimagemlivre#sthash.8Bzfx1WD.dpuf

segunda-feira, 25 de abril de 2016

= ou > 25 A Lembrando Cipriano Dourado (1921-1981) - 2



domingo, 24 de abril de 2016

< 25 A Lembrando Cipriano Dourado (1921-1981) - 1 (com uma capa da "Vértice" nos anos 60)


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Antena 2, RTP 2 ou um poemeto a ambas.?...


Prova da lusa bizarria
Está na permanente dicotomia:
Há quem se passe com a "Dois"
E há quem não passe sem a "Dois"...
POIS!!!

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Bernardim Barreiro .. ou Ribeiro, na primeira frase

1. "Menina e moça me levaram de casa de minha mãe e eu, porque levada era para longes terras, fui lendo "O Capital" pelo caminho".

2. "Há muitas maneiras de contar a História, mas só há uma verdadeira - que é a NOSSA" [Não se admire o Leitor se esta citação surgir repetida neste blogue, pois que - pela atitude que demonstra - muito especialmente me deixo "apreciá-la"]

terça-feira, 12 de abril de 2016

"O Despertar" (1946) revisitado



Falei nisso aqui há algum tempo e na emoção que me causou nos meus 11 anos, como agora constato (a estreia em Portugal foi em 1948).  Chamando por motor de busca o sacrifício da corça e a presumída data, acabei  por o descobrir em http://www.imdb.com/title/tt0039111/com o nome original "The Yearling", que a exibição portuguesa e a argentina traduziram por  "O Despertar", de forma mais adequada que o crisma brasileiro de "Virtude Selvagem".  Num mundo ainda todo escavacado (raio de adjetivo!) pela guerra, um argumento baseado numa novela ganhadora do Prémio Pulitzer, o desempenho de um elenco de luxo: Gregory Peck, Jane Wyman, e Jorman Jr (só não se referindo o nome da corça, que também ia muito bem) e o acesso a dois "Oscar ", o filme  ainda hoje merece os comentários sentidos que se podem ler na ãncora indicada ou  na Wiki... e os meus, que estão na mesma linha. Mais um desejo satisfeito. Ao menos isso.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Prevenção! Da crimo-chulagem na net.

Imagem: courtesy to techaeris.com

No fim da tarde de 4 do corrente assisti, surpreendido, a um caso de spam fraudulento emitido em meu nome, endereço e dados, em que "eu" convidava destinatários, conhecidos e desconhecidos, a clicar num determinado endereço eletrónico. Chegado a casa encontrei na minha caixa de entrada 36 mensagens devolvidas porque não entregues, mas nenhum vestígio de envios na caixa de saída.   Phishing puro e duro, com a novidade de não ser pseudo-proveniente de um banco que ameaça cortar uma conta ou de uma entidade oficial que ameaça com uma penalidade se o clique não for feito. O proposto anzol é aparentemente proveniente da India, embora eu desconfie que esse sufixo localizador possa não passar  de uma máscara fabricada em qualquer sítio para envolver o  virus que certamente a mensagem transportava. A maioria dos anti-virus, inclusive num outro  computador a que tenho acesso, deu pela marosca e colocou um aviso prudente que pode ter afastado  maiores consequências. Resta tirar a limpo como o "hacker-fdp" conseguiu entrar num sistema identicamente blindado e inclusive recolher dados pessoais que constam de e-mails meus de natureza comercial ou académica. Ficou-me a desagradável sensação de "identidade roubada" e mais uma lição a aprender: qualquer mensagem com solicitações insólitas como aquela [Olá! Mandei-lhe uma mensagem confidencial. Ver sua mensagem aqui: ... ], mesmo que simulando provir de uma pessoa singular amiga e mesmo que mostre dados pessoais desse pseudo-emissor, deve ser tratada como são tratados os reconhecidos e hoje já correntes spams de phishing (ainda ontem recebi dois, um simulando vir do Pay-pal e outro, até em duplicado, simulando outra origem institucional). Assim: nunca abrir, apagar mesmo sem colocar a mensagem em qualquer stand-by e procurar averiguar a veracidade da mensagem  junto do pseudo-emissor, por telefone ou outra via (como neste caso sucedeu através de várias chamadas que recebi) e, logo a seguir a esse "enterro electrónico" do intruso, colocar o anti-virus a fazer uma varredura geral completa do computador recipiente, não vá a mensagem ter "duas cabeças". Um outro pormenor: nem todos os endereços da minha lista de contactos foram contactados e houve endereços contactados que dela não constam (possivelmente contactos de contactos). Ignorando a extensão da infecção, contactei a PJ e, dada a ausência àquela hora de interlocutor no departamento de Crime Informático, foi-me sugerida - até para salvaguarda do eu aqui "pseudo-emissor" (pois que isto não foi um caso de phishing recebido, mas sim um caso de phishing emitido em meu nome para terceiros, o que é bem diferente) -  a apresentação de queixa na PSP ou GNR.  O que foi feito.
Concluindo, só me saem duques...

sexta-feira, 1 de abril de 2016

"Código binário" e, como sobremesa, "Mini-sudoku"



É sabido como, depois do aparecimento explosivo do SUDOKU, têm aparecido variantes , inspirações ou mesmo formulações  de jogos lógicos que com aquele terão a similitude de se desenvolverem num quadro – como aliás já eram em quadro que se desenvolveram desde tempos imemoriais até aos nossos dias versões de  passatempos (se unipessoais) ou de jogos (se bipessoais ou polipessoais) tão diversificadas e diversas como as palavras cruzadas, os números cruzados, o “galo”, as damas, o xadrez, o risco e o diplomacy  (um dos meus favoritos) e outros jogos planos lúdicos ditos de “tabuleiro” ou de “mesa” (e modernamente de tablet). Verdade seja dita que o sudoku e derivados mais próximos (falaremos deles aqui um dia[i]) trouxeram ao tabuleiro, de forma elementar, “moderna” e explosiva[ii] o número e a lógica e por isso constituem excelentes exercícios. Ora, folheando uma revistas recente, como as que acompanham os jornais de fim de semana, descobri um passatempo que desconhecia e que me pareceu tão interessante que o passo a descrever:
NOME: “Código binário”
FONTE: “Vidas”, suplemento da edição 23425 do CM
QUADRO: 12x12
REGRAS: Completar c/ 0 e 1 o quadro do problema proposto de modo a que cada linha e cada coluna tenham a mesma quantidade de ambos (ou seja seis 0 e seis 1), não havendo linhas e colunas iguais e não podendo haver mas de dois 0 ou dois 1 seguidos em cada coluna ou linha.
PROBLEMA PROPOSTO:




1












1









1
1






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1






0



0









1








1
1

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1







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0

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1







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1

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0

0

SOLUÇÂO APRESENTADA:

1
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0
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0
1
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0
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0
1
0





[i] Ainda que o tema de alguns destes derivados não me entusiasme muito, pois que eu sou um “clássico” em matéria de sudoku e acho que chega!,,,
[ii] Tão explosiva que o site do NYT e não só são diariamente inundados de acessos pela “net”aos problemas difíceis (“hard”, dizem eles) e que já há entre nós  publicações que por vezes caem na tentação de apresentar diferentes problemas de SUDOKU com diferentes graus de  dificuldade na mesma edição, isto para além da  bibliografia e netografia já mais que profusa. Não resisto a transcrever a versão aligeirada e divertida do “SUDOKU DOS 6” correntemente apresentada como “Mini” no The Daily Telegraph [este problema  é de 30 de Março ultimo]  em que as regras são as mesmas mas os algarismos são apenas de 1 a 6:




2




5
1



4






1
4


4
6


2

5





É um pequeno (?)  exercício que vos deixo aqui.