quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

DO INGLÊS PÓS BREXIT

Após ter recebido na Faculdade, três textos norte-americanos (um deles, o melhor, traduzido ironicamente de um original escrito em Francês por utores franceses) pus-me a pensar no Inglês como língua europeia pós Brexit.  Cumpre-se a saga iniciada com a Primeira Grande Guerra e que trazia a marca do sonho escondido do sulista Wilson ao envergonhar os impérios desordeiros trazendo-lhes o necessário auxílio e mostrando-lhes a pujança da democracia americana, com a reprimenda escrita dos famosos pontos: America First. Se longe já vão os  tempos em que o linguajar diplomático era, inquestionavelmente, em Francês,e se o Latim, pelas suas próprias dificuldades e "cristalização", não parece recuperável para um uso  moderno, ficaremos condenados pela circunstância e falta de visão a usar na vida  uma língua que deixará de ser nacional de qualquer membro da UE [1] ? Et alors! Kion fari? 

Se houvesse muita, mas mesmo muita, coragem, poderia haver solução!

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[1] Uma reflexão, aqui, sobre a coragem do  contributo europeu para uma expressão unívoca ao criar e lutar pela aimposição do Sistema Métrico..